Perdoa-se ao poeta o verso erradoMas nunca o verso equivocado
Escreve-se porque se sente
As veias ardendo
Na fúria de um estranho
E misterioso vento
Porque algo urge ser dito
E quantas vezes o verso
Se desnuda
E nasce sem metáfora
Mas o poema é uma arma
O verso a sua ogiva
Perdoa-se ao poeta o verso errado
Mas nunca o verso
Nado morto
Moldada a espartilho
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